Arquivo da categoria ‘fotografia’

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Waterloo é aqui!

(imagem capturada durante a Alvorada nos festejos de Yemanjá em Salvador – clique para ampliar)

[ foto: Sarah K ]

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Neste sorriso, alegra-se um mundo inteiro.
Num homem, nunca foi depositada tanta esperança.

(foto: UOL)

Num concurso com mais de 1400 fotos inscritas, esta foto foi a vencedora. Trata-se da disputa pelo título de “Fotógrafo Ambientalista do Ano” promovido em Londres por uma instituição que cuida do gerenciamento de recursos ambientais. As fotos vencedoras foram expostas no Mil End Arts Pavillion, em Londres, de 17 de setembro até 11 de outubro de 2008.

O vencedor foi o indiano Abhijit Nandi, especialista em portraits, diz que sua foto quis passar a mensagem da relação ancestral entre a mãe Terra e seus filhos. Foi feita num vilarejo no leste da Índia: uma mulher retornando para casa após um dia de trabalho no campo, onde ajuda o marido numa plantação ao mesmo tempo que cuida dos filhos.
O que mais me chamou atenção na foto foi o tom verde predominante, se foi mera coincidência (falo isso porque nestes tempos de photoshop interferências sempre são possíveis), tornou o instantâneo a expressão perfeita para o tema proposto no concurso.

Um evento que além de fomentar o trabalho artístico com enfoque no meio ambiente traz o diferencial da preocupação ambiental refletindo sobre pobreza, ecologia, produção de lixo, desigualdade social, poluição, direitos humanos, aquecimento global e biodiversidade.

Aproveite e reflita também contemplando algumas das fotos premiadas. Descrições das fotos você vê AQUI  (clique para ver ampliada):
  
  

[ fotos DAQUI ]

A vida anda tão dura…
Vive ultimamente a testar insistentemente minha capacidade de rir dos meus problemas e desatinos.
Não sei se ela sabe, mas eu rio mesmo, sem temor algum…

E sonho navegar por uns mares… uns desejos vulgares.
Estou agora aqui, muito bem acompanhada. Olhando as fotos que acabei de fazer, sentadinha na areia, notebook no colo… Ele ri prá mim… Eu? Boquiaberta e admirada, enquanto CéU canta … “menino bonito, menino bonito ai, ai menino bonito… é tudo o que eu posso lhe adiantar, o que é um beijo se eu posso ter o teu olhar?”

Sonhar custa nada e ainda apetece o corpo e a alma.
Muito mais o primeiro, evidentemente!!

 

[ mais fotinhas AQUI ]

(fotos: Paulo Teófilo/AgNews)

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Dos pontos para as latas. Da arte para a crise.
Uma releitura da “Tarde de domingo na Ilha de Grand Jatte” de Seurat feita pelo fotógrafo americano Chris Jordan, num ensaio-denúncia interessantíssimo (2007) sobre consumo/desperdício exarcebado da sociedade americana.
Acima, o original de Seurat seguido pela fotografia de Jordan que reproduz a mesma cena através de 160.000 latinhas agrupadas (clique na imagem de baixo para ver o detalhe), a mesma quantidade consumida/descartada em 30seg nos EUA.   Realy!!!

No ensaio, dezenas de fotos impactantes são relacionadas às estatísiticas de consumo/desperdício (nos EUA) de diversos itens, entre eles cigarros, celulares, sacos plásticos, folhas de papel, eletrônicos, correlacionando as imagens com a quantidade/tempo de consumo absurdos.

  • 60.000 sacolas plásticas que são descartadas a cada 5seg
  • 15 milhões de folhas de papel consumidas em 5min
  • 426.000 aparelhos celulares que deixam de ser usados a cada dia
  • 3,5 milhões de toneladas de aparelhos eletrônicos descartados por mês

Mais algumas fotos do ensaio – em sequência: celulares, motherboards, bitucas de cigarro (clique para ampliar):

jordan-cell.jpg   jordan-eletr.jpg   jordan-cigar.jpg

Para nós brasileiros que vivemos numa corrida desenfreada ao encontro do modelo americano, um alerta. Pensar duas vezes antes de consumir; antes de trocar o celular, som, tv semi-novos pelos últimos modelos (ninguém morre asfixiado por falta de tecnologia), recusar saquinhos plásticos para carregar pequenas compras (leve sua sacolinha na bolsa!), não jogue a bituca de cigarro no chão (comportamento nada sustentável), separe seu lixo em casa e entregue nos postos de coleta para reciclagem.

Por mês, cada brasileiro utiliza em média 70 sacolinhas plásticas, que serão provavelmente descartadas, daí entupindo a rede de esgoto, provocando inundações, poluindo rios, matando peixes, e levarão aproximadamente um século (cada uma) para degradarem-se. E não se engane achando que as recentes sacolinhas plásticas oxibiodegradáveis são a solução, na verdade a tecnologia que permite o plástico modificado degradar-se mais rapidamente que o plástico comum, em contrapartida contamina o meio ambiente de forma agressiva, principalmente os mananciais de água através dos seus componentes químicos (níquel, cobalto e manganês).

Já em reciclagem de latinhas de alumínio somos referência  mundial, 95% da produção é reciclada, participe deste sucesso praticando a coleta seletiva em sua casa.

Outra dica é adotar a doação, não descarte o que perdeu a utilidade, doe usados (eletrônicos, móveis, brinquedos, roupas, sapatos, livros, etc), sempre tem alguém precisando!
Por falar nisto, li outro dia na Vida Simples [março/2008] sobre uma iniciativa muito bacana, um projeto italiano, de alguns estudantes de Design, que coloca em disponibilidade o que poderia ir para o lixo. Consiste num container de lixo comum da região (Veneza) que é adaptado com prateleiras e portas de vidro, deixando os objetos descartados à mostra. A prefeitura local apoiou o projeto instalando o equipamento em alguns pontos da cidade. Os objetos mais diversos, como livros, sapatos, cds, roupas, eletrônicos, celulares, são doados e deixados em exposição podendo ser retirados por qualquer pessoa que passe. Os criadores explicam a iniciativa como uma reflexão individual sobre o desperdício.

Aproveite também e recicle idéias e comportamentos, o planeta agradece!   🙂

A chuva desta noite foi daquelas que lavam e levam. As ocupações humanas em encostas, bem frequentes por aqui, devem ter tido uma noite difícil, diria até catastrófica, se o tema for deslizamento de terra.

Já na natureza… Chuva forte… Estrutura delicada…
Convivência pacífica e harmoniosa.

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É… ainda temos que aprender muito com eles.

 .

(FOTO: Cane Rosso)

OuçaPhoenix‘ (Cibelle Cavalli)

Esta é a arte singular de Martin Waugh, tão lúdica e maleável que não resisti a brincar com ela.

Experimentem também!!

Aqui tem todas: Liquid Sculpture

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UMA ESTORINHA MOLHADA DE AMOR

Estar só era confortável … a água era sua única companhia naquele lago.

Sozinho ele meditava …

… Splash! E ela surgiu com seu vestidinho vermelho. Instalando um contraste fervilhante.

Barcos iam e vinham cortando a calmaria do lago …

 

… ela aproximou-se sorridente e apresentou-se com um beijo.

 

Ele corou … Um momento de suspense …

… o calor era intenso, resolveram dar um mergulho.